Ter uma marca de roupa sem estoque significa vender antes de produzir. Você cria as peças, mostra para o seu público e só manda produzir quando alguém compra. Esse modelo se chama print on demand, ou produção sob demanda.
No modelo tradicional, a conta é ao contrário. A confecção ou a estamparia pede um lote mínimo por modelo, muitas vezes com dezenas de peças, e cobra tudo antes da primeira venda. Se uma cor ou um tamanho não sai, a sobra fica parada no armário. Foi exatamente isso que aconteceu com a própria Gubo: a marca nasceu em 2016 com um único moletom, que vendeu bem até o inverno acabar.
Sem estoque, o risco muda de lugar. Você não aposta dinheiro em quantidades, e sim tempo em criar, testar e divulgar. Se uma estampa não vende, você tira do catálogo e não perde nada além do trabalho de criação.
Na Gubo, isso funciona assim: você monta os produtos no Gubo Studio, vende no seu canal e, a cada pedido, a Gubo revisa a arte, produz a peça, confere, embala com a sua marca e envia para o seu cliente. Mais de 13 mil lojas já foram abertas no Gubo Studio com esse modelo. Se quiser entender o modelo em detalhe antes de começar, leia o nosso guia de print on demand no Brasil.