Criar sua marca
Como criar uma marca de roupa sem estoque: guia passo a passo
Do público à primeira venda: como lançar uma marca de roupa produzindo só o que vende, com custos reais por peça e sem investir em estoque.
Equipe Gubo · 07/10/2026
Um orçamento honesto para lançar uma marca de roupa: o que é obrigatório, o que pode esperar e quanto custa cada peça quando você produz só o que vende.

A maior parte dos guias responde que abrir uma marca de roupa custa a partir de alguns milhares de reais. Essa conta quase sempre parte de um pressuposto: comprar estoque. Quando você encomenda um lote de peças antes de vender, o estoque vira, de longe, o maior gasto do começo.
Sem estoque, a conta muda. Você não paga as peças antes da venda, e o investimento inicial passa a ser formado por itens menores: identidade visual, amostras, fotos e divulgação. Alguns deles podem custar zero se você fizer por conta própria.
Neste guia, separamos os custos em três grupos: o que é necessário para existir, o que é necessário para vender e quanto custa cada peça produzida. Os preços de produção usados aqui são os da tabela da Gubo em outubro de 2026, com pagamento no Pix. Se você ainda está decidindo o caminho, comece pelo guia como criar uma marca de roupa sem estoque.
Para entender a diferença, vale montar a conta do modelo tradicional. Você não precisa de preço de mercado para isso, basta aplicar os números que o seu fornecedor passar:
investimento em estoque = pedido mínimo por modelo × custo por peça × número de modelos
Agora some o que o modelo tradicional costuma cobrar à parte:
Esse modelo faz sentido quando você já sabe o volume, por exemplo, para uniformes de empresa ou para uma coleção com demanda comprovada. Para quem está começando, ele concentra o risco justamente na fase em que você menos sabe o que vai vender. Quando o volume justificar, a Gubo também atende pedidos em quantidade pelo atacado.
Estes são os custos de ter uma marca, independentemente de como você produz:
Repare que nenhum desses itens depende de quantas peças você vai vender. Por isso dá para começar com eles enxutos e investir mais quando as vendas confirmarem a marca.
Aqui está o investimento que de fato coloca a marca na rua.
Amostras. É o gasto mais importante do começo, porque evita vender uma peça que você nunca vestiu. Um exemplo de kit de amostras na Gubo, no Pix:
As três amostras somam R$ 251,20 mais o frete. Na primeira compra, a Gubo dá 25% de desconto, válido para até R$ 100 em produtos, o que reduz esse valor.
Fotos. Com as amostras em mãos, um celular recente, luz natural e uma pessoa vestindo a peça resolvem as primeiras fotos. O Gubo Studio também gera o mockup de cada produto para você usar nos anúncios enquanto a amostra não chega.
Canal de venda. Instagram e WhatsApp não têm custo de uso. Uma loja online tem mensalidade e taxas que variam por plataforma e plano. Compare antes de escolher.
Divulgação. É o item mais flexível. Você pode começar com conteúdo orgânico e parcerias e reservar um valor mensal para anúncios quando já souber quais peças vendem.
No print on demand, o custo deixa de ser um investimento e passa a ser um custo por venda. Na Gubo, ele é formado por quatro partes:
No cartão, os valores são um pouco maiores, porque o Pix tem 5% de desconto. O cartão pode ser parcelado em até 3 vezes sem juros. Não há assinatura nem mensalidade, e criar conta e cadastrar produtos é grátis. Os valores sempre atualizados estão na página de preços.
Imagine uma marca que lança com três estampas, em Camiseta Padrão e Moletom com Capuz 2 Cabos. O orçamento de lançamento fica assim:
Quando a primeira venda acontece, a conta por peça fica assim, no Pix:
Para chegar ao preço de venda certo, com taxas e margem, veja o passo a passo em como precificar camiseta personalizada.
Mesmo sem estoque, existe um descompasso de caixa. Na Gubo, o pedido é pago quando entra em produção. Já o dinheiro da sua venda pode demorar a cair, dependendo do meio de pagamento: no cartão parcelado, por exemplo, muitas maquininhas e plataformas repassam em parcelas ou cobram para antecipar.
Por isso, vale manter uma reserva para pagar a produção dos pedidos de algumas semanas. Uma forma prática de organizar isso é a Carteira do Gubo Studio: você deixa saldo, recarrega no Pix com 5% de desconto, e os pedidos são pagos na hora e seguem direto para a produção.
Uma regra simples: estime quantas peças você espera vender em um mês, multiplique pelo custo médio por peça e mantenha pelo menos metade disso como reserva. Conforme as vendas crescem, a reserva cresce junto, mas sempre depois da venda, nunca antes.
Sim, se você não comprar estoque. Com produção sob demanda, o investimento inicial se resume a amostras, identidade visual e divulgação. Na Gubo, criar conta e cadastrar produtos é grátis, e você só paga quando faz um pedido.
Na Gubo, a Camiseta Padrão lisa custa R$ 39,90 no Pix e a estampa vai de R$ 5,90 (Pequena) a R$ 16,90 (Mega). Uma camiseta com estampa Grande na frente sai por R$ 51,80 no Pix, mais o frete.
Não. Não há assinatura nem mensalidade. Você paga a peça, as estampas, os extras que escolher e o frete, e só quando houver pedido.
Não é obrigatório para começar, mas é recomendado. Antes de lançar, consulte a base do INPI para não usar um nome já registrado. Os valores do pedido de registro estão na tabela de retribuições do INPI.
Normalmente é a divulgação. Como a produção só acontece depois da venda, o dinheiro do começo vai para fazer a marca ser vista. Por isso vale testar com pouco e aumentar o investimento nas peças que já vendem.
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